
Ok, essa é uma novidade muito legal. Prevista para 2010 a comercialização de um aviãozinho pessoal que vai custar +- 139 mil dólares. Pagável para um monte de gente. É o começo da vida como nos Jetsons, quem viver verá. Amei!

Ok, essa é uma novidade muito legal. Prevista para 2010 a comercialização de um aviãozinho pessoal que vai custar +- 139 mil dólares. Pagável para um monte de gente. É o começo da vida como nos Jetsons, quem viver verá. Amei!
Alô meu povo! (leia com som de megafone)
Eu esbarrei com um blog sensacional que me deu um pouco de alegria de viver. O nome é esse aí, Formigas com Megafone, e é um espaço colaborativo para se discutir iniciativas que podem melhorar o Brasil e a vida dos cidadãos.
Super inteligente o nome, não acham? Dá […]
Quase me esqueci de comentar uma coisa: quem usa o Firefox precisa instalar esse plug-in, o PicLens, com ele você navega de um jeito bacanérrimo pelas imagens da Internet, coisa do futuro! Me sinto super moderna usando isso. Must have.
Finalmente!
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Propaganda básica: gente, esse jogo foi desenvolvido por um amigo do Jens e eu tive a sorte de fazer parte da equipe de testadores. Totalmente viciante! Confiram o site, experimentem e comprem, vale a pena: Deep Blue Sea.

Hoje descobri uma coisa tão legal que não pude deixar de escrever esse post: o blog do Fernando Meirelles sobre o filme “Blindness”, baseado no livro “Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago.
Eu tinha lido o livro há meio ano quando ouvi dizer que o Meirelles estava dirigindo o filme. Fiquei chocada. Um filme sobre esse livro deve ser no mínimo enervante. Digo isso porque o livro é tão puro, tão estéril, que faz a gente se sentir desconfortável ao se perceber tão animal.
Durante aquela semana, a da leitura, eu realmente pensava na história o tempo todo (pobres dos amigos mais próximos, que tiveram de aturar meus discursos deslumbrados). Mas gente, só lendo um livro como esse para a gente ter noção do quanto tudo seria louco se de repente acontecesse uma epidemia de cegueira. Isso sem falar nas inúmeras viagens filosóficas que decorrem dessa metáfora.
O livro está remoendo em mim até hoje e acho que é indício de ser bom. O Saramago escreve de um jeito genial, no começo parece estranho, mas depois que a gente pega o jeito a leitura flui. E ele teve um brilhantismo ao construir sua história num lugar qualquer, com personagens sem nome, numa época não se sabe qual. Poderia ser simplesmente aqui, agora, comigo e com você. Recomendo totalmente.
A primeira coisa que eu pensei quando ouvi falar do filme foi: “como o Meirelles vai mostrar toda a merda que se espalha pelo livro sem que o filme se torne insuportável?”. Porque de certa forma o cocô, em todas as suas variações, exerce um papel fundamental na história. E foi exatamente sobre isso que li hoje no post 6, escrito com muito bom humor e consciência. Não acredito que o filme vá ser tão bom quanto o livro, nunca é, mas estou super curiosa e otimista sobre o trabalho do Meirelles. Corram, leiam o livro antes do filme, tenho certeza de que valerá a pena.
E mais uma notícia inspiradora: hoje choveu. Acho que fazia cinco meses que não chovia… Eu e o Jens corremos para a janela e gritamos “iuhuuuu”. Logo logo outros entusiastas juntaram-se a nós e de repente tinha uma verdadeira torcida nas janelas: gente sorrindo, gritando, assoviando e aplaudindo. Todos com as mãos para fora para sentir a água caindo. Bem bonito de se ver.
Esse comercial da coca dá alegria de viver. Muito bonitinho.
Descobri no blog do Felipe. Eu disse pra ele que para ser perfeito, só se fosse da Coca Light.
Pra quem ama esse passatempo, como eu, tem um site muito bacana: www.sudoku-puzzles.net
Lá a gente pode imprimir quatro puzzles em uma folha, escolhendo o nível e tudo. Os “very hard” são bem difíceis mesmo, daqueles que você rabisca a folha inteira para resolver. Mas dá. Ando sempre com uma folha dessas na bolsa, para os momentos de tédio.